
Em tempos de tanta diversidade religiosa, como este em que estamos vivendo, é muito fácil e comum que as pessoas façam um sincretismo religioso para justificar a própria maneira de viver. É por isso que vemos cristãos – católicos e evangélicos – por aí acreditando e popularizando crenças que tem origem no judaísmo, budismo, e pasmem, até no islamismo. Quer exemplos?
Se você conhece um evangélico que guarda o sábado e não come carne de porco, saiba que ele está misturando o evangelho de Jesus, com a lei de Moisés, que é seguida pelos judeus. Ao buscar pela obediência aos dez mandamentos, esta pessoa, sem palavras, está anulando a graça redentora que Jesus nos oferece gratuitamente e é alcançada pela nossa fé.
Gálatas 5.5
Traços do budismo podem ser encontrados em muitas opiniões de cristãos que não tem a sua fé firmada na Bíblia Sagrada. Se você já encontrou alguns, que se dizem seguidores de Jesus, mas que acreditam em carma, reencarnação, e que Deus não é uma pessoa, mas sim uma força, saiba que esta segue preceitos do budismo (muito ligadas ao espiritismo também), que aliás, são completamente antibíblicos. "E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" (Hebreus 9.27).
Quando falamos de islã, logo, a maioria de nós lembra de ataques suicidas, terrorismo e a selvageria do Estado Islâmico. Mas, antes que você acredite que sou uma fundamentalista, saiba que, assim como o catolicismo já teve tempos em que não poupou perseguição, assassinatos e muita brutalidade, e nem por isso, o cristianismo é considerado uma religião de ódio, o islamismo também não é. O que nós vemos noticiado nos meios de comunicação são grupos que dizem seguir o alcorão, mas que na verdade são manipulados por líderes que buscam apenas o poder pessoal, através de ensinamentos radicalizados.
Uma das principais ideias do islamismo é: Há um só criador, que nunca foi gerado, portanto não tem filho, e é o único que pode ser adorado. Em termos gerais, e no meio evangélico, esta ideia está intimamente ligada ao unicismo, que é a negação da trindade – Pai, Filho e Espírito Santo. Tirando o fato de que os islâmicos negam a divindade de Jesus Cristo e acreditam apenas no deus Alá e no profeta Maomé, a ideia da unicidade do Criador é a mesma.
No Brasil, a doutrina unicista foi popularizada em alta escala pelo Ministério Voz da Verdade. Sobre este assunto, a Bíblia Sagrada é muito clara quanto a existência das três pessoas da trindade, que formam um único Deus, na passagem que descreve o batismo nas águas de Jesus Cristo: "E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galiléia, foi batizado por João, no Jordão. E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele. E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo" (Marcos 1.9-11).
Além destas misturas que as pessoas fazem por aí, existem outras inúmeras que nós podemos ver no dia a dia cristão. Não são poucas as igrejas que, utilizando-se de artifícios da feitiçaria, buscam arrebanhar membros para seus templos.
Por isso, buscar ter intimidade com a Palavra de Deus, ouvir bons ensinadores e estar em constante comunhão com o Espírito Santo, nosso guia, é fundamental para que nossa mente e nosso coração retenham apenas o que é verdadeiro e puro. Seja como os cristãos de Beréia, que não absorviam o que lhes era repassado antes de examinarem nas escrituras.
Atos 17.11
