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Impactando Gerações

Débora Jordan··0 visualizações
Impactando Gerações

Você já deve ter ouvido as expressões geração baby boomer, X, Y e Z. Em síntese, essas nomenclaturas são usadas para explicar como as pessoas, os jovens notadamente, foram mudando seus conceitos e hábitos com o passar dos anos.

Essa classificação começou em 1946, logo após a Segunda Guerra Mundial, com a geração baby boomer, caracterizada pelo ideal de reconstruir o mundo devastado pelos conflitos — as pessoas ficavam empregadas por toda a vida na mesma empresa e tinham profundo respeito pelas hierarquias.

Na sequência, a geração X se revoltou contra os princípios anteriores, e surgiram os movimentos hippies, feministas e outros grupos que pregavam o anarquismo, entre 1965 e meados de 1980. Foi exatamente nessa época que os padrões morais foram sendo sistematicamente atacados.

A partir de 1980, a evolução tecnológica e a globalização promovida pela internet foram os grandes destaques da geração Y. Mais do que ter um emprego que paga as contas, os jovens dessa geração buscam crescimento profissional e satisfação — e o consumismo cresceu junto.

Atualmente vivemos na geração Z, com a tecnologia como grande destaque do momento, inovações todos os dias e a busca desenfreada pela explicação de tudo — exatamente como Daniel profetizou para os últimos dias: "o saber se multiplicará" (Daniel 12:4).

Se você é um cristão ciente do plano maior de Deus, sabe que a volta de Jesus é a maior de todas as promessas que a igreja tem. Se não houvesse tal esperança, seria inútil a morte de Jesus na cruz e a remissão da humanidade — não haveria sentido para a vida humana nesta terra sem a possibilidade de receber a dádiva da vida eterna com Ele.

Se o Pai Celestial não nos tivesse feito mais nenhuma promessa além da vida eterna, já teríamos motivos mais do que suficientes para servi-Lo de todo coração. Porém, a benignidade Dele vai muito além disso — uma das promessas mais lindas da Bíblia está registrada no Salmo 112:

Salmo 112:1-3

Baseado nesse verso, os critérios de bênção são dois: temer ao Senhor e se alegrar nos seus mandamentos. O primeiro faz referência ao respeito que devemos ter pela pessoa de Deus — não é ter medo, mas ter ciência de que Ele não é alguém que possa ser enganado, ignorado ou desobedecido (Gálatas 6:7). O segundo vai além de obedecer: cada recomendação bíblica é mais do que uma simples regra, é uma prova do cuidado de Deus para com seus filhos, e quem entende essa verdade consegue amar e se alegrar com cada ordem divina.

Para quem atende a esses critérios, as promessas são: ter uma descendência poderosa na terra, geração abençoada e um legado de justiça que influenciará todos os que vierem depois. Um bom exemplo disso é o pregador Jonathan Edwards, que no século XVIII impactou sua geração com a pregação da genuína Palavra de Deus — sua busca por amar e obedecer a Deus resultou em 1.394 descendentes, entre eles presidentes de universidades, senadores, juízes, médicos, professores, missionários e um vice-presidente.

Em contraposição, um contemporâneo ateu de Edwards teve uma descendência marcada por centenas de mortes na indigência, criminalidade, alcoolismo e prostituição — um custo altíssimo para a sociedade e um retrato triste do que um legado sem Deus pode gerar. A família é um projeto de Deus, mas a responsabilidade de fazê-la motivo de alegria para Ele é nossa.

Provérbios 14:26

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