
Sucesso, prosperidade, fortuna, até felicidade. Não são poucos de nós que consegue ligar todas estes desejos humanos a um elemento básico: Dinheiro.
Desde que o mundo é mundo, o ser humano tem necessidade, por questões de sobrevivência, de dar valor ao que é palpável, ao material. É por isso que, mesmo de forma diferente com o passar dos anos, o dinheiro sempre foi e será um elemento essencial na nossa vida. Ele paga nossas contas, realiza nossos sonhos materiais, garante conforto físico e ainda pode servir de benção para quem está ao nosso redor.
Tudo isto é muito bom e até tratado com alegria pelos textos bíblicos. Em Eclesiastes 3.13, Salomão disse: "E também todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus".
Viver bem nesta terra é uma dádiva que Deus nos concede a partir do momento que nós trabalhamos em direção a isto e depositamos Nele a nossa confiança.
Porém, o que é nitidamente perceptível nos nossos dias é uma busca desenfreada pelo dinheiro baseada em algo extremamente malévolo: Profundo amor por ele. Em questão de segundos você seria capaz de dar mil exemplos disso, não é mesmo? Corrupção, extorsão, roubos, assaltos e mil outros crimes previstos no Código Penal Brasileiro são vivenciados por nós através dos meios de comunicação. Todos eles, acredite, não tem origem no dinheiro, mas sim no amor a ele.
1ª Timóteo 6.10
É claro que tudo isto nos decepciona como cidadãos e como pessoas também. Mas, vamos atentar para nós mesmos. Quais atitudes do dia a dia demonstram que também temos os bens financeiros como nosso senhor. Será que você devolve o troco que foi dado a mais por engano? Se alguém, andando na sua frente, deixa cair no chão R$10 e não percebe, você devolve? Você pede mais dinheiro do que realmente precisa para seus pais e cônjuges quando vai fazer uma compra? Saiba que, se em alguma dessas perguntas, sua resposta foi positiva, você não é melhor do que aqueles que roubam milhões da sociedade brasileira.
Desejar ter uma gorda conta bancária, disponibilidade de recursos para viagens, compras e conforto material não é pecado. Porém, tenha em mente que o dinheiro deve sempre ser o seu empregado, jamais o seu patrão. A partir do momento que você abre mão da honra, do caráter e da obediência à Palavra de Deus para conquistá-lo, você demonstra que está sendo escravo dele.
Além disso, é importante ter muito claro que nenhuma prosperidade material justifica ou pormenoriza o desastre moral, familiar e espiritual. Busque sucesso financeiro podendo contar com a benção de Deus, pois ela, como diz Salomão, enriquece e não traz consigo dores (Provérbios 10.22).
1ª Timóteo 6.18-19
