
Começo a reflexão nesta linda e clássica música sacra esclarecendo, provavelmente, a muitos que, assim como eu, não trazem no seu vocabulário cotidiano termos como "proceloso". Sinônimo de tempestuoso, agitado, esse vocábulo da língua portuguesa, ainda que desconhecido de muitos, é algo completamente ordinário nos nossos dias.
As pausas que damos, muitas vezes são procelosas e impedem que contemplemos a beleza de tudo o que já recebemos do nosso Senhor. Nem sempre o esforço que é realizado traz o gosto de vitória que almejamos e, por isso, ele parece em vão.
Em outros dias, independentemente de sua rotina e estilo de vida, as mágoas e o peso da cruz que escolhemos carregar pode roubar nossa alegria. Acrescenta-se a isso a benesses que aqueles que não temem a Deus muitas vezes desfrutam em detrimento de nossa paz.
Porém, tal como descrito nesse lindo hino e fundamentado na Palavra de Deus, o segredo está em trazer à memória aquilo que nos dá esperança: conte, relembre, fale, repita para si mesmo todas as bênçãos que você já recebeu em toda sua vida.
Nem toda riqueza do mundo pode ser comparada à vida eterna que Cristo te assegurou na cruz. Seja qual for o conflito que você está suportando, o divino auxílio é completamente capaz de reduzir, abrandar, minorar este mal.
E para concluir, ainda que grandes tribulações te assolem, faça questão de evangelizar sua alma com a promessa de consolo eterno e galardão definitivo que Deus nos fez.
