
Assim como o apóstolo Paulo escreveu, quão miserável somos quando desfrutamos a graça de Jesus apenas neste plano terreno. O amor que Ele demonstrou na cruz é a verdadeira fonte transbordante que pode habitar no coração de todo aquele que O aceita e essa experiência de vida é o que o liga ao céu, ao porvir.
A vida eterna do cristão não se inicia depois da sua morte, mas a partir do momento que ele é abraçado pela graça superabundante e, de acordo com os ensinos do Mestre, rios de águas vivas fluem de dentro dele.
Por isso, mesmo diante dos desafios da vida cotidiana, mesmo diante dos problemas e males deste mundo, podemos viver em paz, com satisfação completa e ainda sendo propagadores dessa maravilhosa oportunidade: quando o ciclo da vida terrena se encerrar, o réu de culpa pelo pecado poderá ir para o céu e exaltar aquele que é a única fonte da salvação e vida abundante.
